Como se cada beijo
Fora de despedida,
Minha Cloe, beijemo-nos, amando.
Talvez que já nos toque
No ombro a mão, que chama
À barca que não vem senão vazia;
E que no mesmo feixe
Ata o que mútuos fomos
E a alheia soma universal da vida.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Ricardo Reis (Fernando Pessoa)
Etiquetas:
Fernando Pessoa - Poemas
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)































Sem comentários:
Enviar um comentário