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quarta-feira, 28 de maio de 2008

Luís Falcão

Luis Falcão

“Sabemos que o tempo passou

Que alguma coisa deveria ter sido dita

(talvez depois, talvez mais tarde)

Deixamos atrás de nós

Uma sequência desconexa de gestos irreparáveis

E, feridos,

Por todas as coisas

que poderíamos ter evitado a nós próprios

Caminhamos para o silêncio

E para a escuridão indefinível dos bosques.”

Luís Falcão

Luis Falcão

Queria erguer-te um cântico
Que ressoasse entre os cânticos
Noite fora persegui uma palavra
Um diamante e fogo e silêncio
O amor permanece uma língua bárbara.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Luís Falcão

Luis Falcão

 

"Não sei dizer de onde chegam as tuas mãos
Mas essa luz não pertence a este mundo
Só dedos assim tão finos
Poderiam penetrar a espessura da noite
Trazendo ainda frescas umas gotas de manhã."